Museu do TJAL conquista prêmios do CNJ com participação do juiz Claudemiro Avelino
Premiação ocorreu na sexta (8), durante o encerramento do 6º Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário, em Belém

CCM foi premiado nas categorias “Patrimônio Cultural Arquitetônico” e “Patrimônio Cultural Museológico”. Foto: cortesia.
O juiz Claudemiro Avelino, curador do Centro de Cultura e Memória (CCM) do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), compareceu ao Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário, ocorrido na sexta-feira (8), em Belém, no Pará. O CCM foi premiado nas categorias “Patrimônio Cultural Arquitetônico” e “Patrimônio Cultural Museológico”.
A premiação ocorreu no encerramento do 6º Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário (ENAM), na sede do TJ do Pará.
O juiz Claudemiro Avelino destacou a conquista, especialmente diante da concorrência com os demais tribunais. “Receber esses prêmios é uma conquista por conta da forte concorrência diante dos outros tribunais que também têm trabalhos importantíssimos na área”, disse.
Na categoria “Patrimônio Cultural Museológico”, o TJAL se destacou com a exposição “Ao Correr da Pena: a escrita no mundo e no universo judicial”, realizada no ano passado, em colaboração com os TJs de Minas Gerais, Pernambuco e Maranhão.
A exibição foi exposta na sede do TJMG, em Belo Horizonte. O TJAL encaminhou mais de 200 objetos para a mostra, entre canetas bico de pena, tinteiros, selos e papiros.
Já a categoria “Patrimônio Cultural Arquitetônico” destacou o espaço físico do CCM, que funciona no antigo Palácio da Justiça de Alagoas, no Centro de Maceió. O prédio foi projetado em estilo pseudoclássico pelo arquiteto italiano Luigi Lucarini.
A diretora do CCM, Irina Costa, agradeceu o apoio do presidente do TJAL, Fábio Bittencourt, e do desembargador Tutmés Airan, que preside as comissões de Gestão Documental e de Memória do TJAL. “Esse prêmio é fruto do trabalho em equipe entre o CCM, o Arquivo e o Laboratório de Conservação e Restauro do TJAL”.
Instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o prêmio reconhece ações, projetos e iniciativas que contribuam para a preservação e a difusão do patrimônio cultural do Judiciário. O objetivo é valorizar tanto os bens materiais quanto imateriais do Poder Judiciário e promover os direitos humanos.
O prêmio contempla cinco categorias: Patrimônio Cultural Arquitetônico, Patrimônio Cultural Arquivístico, Patrimônio Cultural Bibliográfico, Patrimônio Cultural Museológico e Trabalho Acadêmico.
Ascom Almagis, com informações da Diretoria de Comunicação do TJAL

